Rider Castro denuncia latência administrativa em Barreiras e alerta para vácuo entre demandas e ações do Governo 17032026
Vereador critica morosidade do prefeito Otoniel Teixeira em resolver cratera no canal do INSS e perdas milionárias na pecuária; análise aponta para possível inércia burocrática e ineficiência de medidas paliativas
Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O vereador Rider Castro utilizou a tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira (17) para manifestar uma dura crítica à atual velocidade da gestão municipal, classificando o momento da prefeitura como de “latência”. O parlamentar detalhou como a demora na resposta do Executivo a problemas crônicos, como a erosão no canal do INSS e a ausência de um parque multiuso para a pecuária, tem gerado um sentimento de desamparo e prejuízos econômicos que já somam milhões de reais.
O conceito de “latência” na gestão Otoniel Teixeira
Ao utilizar o termo “latência”, Rider Castro sugere um estado de dormência ou inércia administrativa. Na prática política, essa latência interpretada pelo parlamentar pode ser entendida como um vácuo de resolutividade: o governo existe e reconhece os problemas, mas a execução das soluções permanece “oculta” ou travada na burocracia.
Especula-se que essa paralisia mencionada pelo vereador possa decorrer de uma falha na transição de prioridades ou de uma incapacidade técnica em transformar projetos em entregas reais.
“A resposta está demorando. Esse sentimento pode estar trazendo, a médio e longo prazo, uma baixa autoestima da população”, alertou Rider, sinalizando que a gestão parece estar em um ritmo inferior ao das necessidades urgentes da cidade.
Infraestrutura: O símbolo da ineficiência paliativa
O exemplo mais contundente dessa latência é a cratera no canal do INSS. Castro denunciou que intervenções superficiais foram feitas, mas duraram menos de um ciclo de chuvas.
“A prefeitura fez trabalhos paliativos que a chuva levou em menos de 24 horas. Existe a iminência de um acidente grave com vidas”, enfatizou.
Para o parlamentar, a “latência” aqui se traduz em desperdício de recurso público com obras que não resolvem o problema de forma definitiva, mantendo moradores sob risco constante.
Economia e Pecuária: O prejuízo do “papel”
No setor econômico, a latência se manifesta na demora em concretizar o Parque Regional de Negócios. O vereador destacou que a região Oeste possui os 15 maiores rebanhos da Bahia, mas Barreiras está perdendo eventos para cidades vizinhas por falta de espaço físico.
“O projeto vem sendo discutido há anos, mas nada concreto. Estamos deixando de potencializar um vetor que gera emprego e renda”, criticou, anunciando que buscará uma audiência pública para forçar o governo a sair da inércia e ouvir entidades como a Acrioeste.
Fomento e Resistência Cultural
Apesar do cenário de críticas ao Executivo, Rider Castro ressaltou iniciativas que caminham à revelia da paralisia governamental. Ele destacou a campanha turística “Barreiras: seu destino é aqui” e a primeira feira da Associação das Artesãs de Barreiras (Asbard), que ocorre de 19 a 21 de março na Praça das Corujas. Para o vereador, o dinamismo da sociedade civil e das artesãs locais contrasta com o ritmo lento da prefeitura, reforçando seu papel de cobrar que a gestão qualifique a vida dos munícipes com a mesma agilidade com que o setor privado e cultural se movimenta.
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