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Eduardo Bolsonaro: o deputado que celebra a desgraça nacional com chocolate americano

Caso de Política 1 de agosto de 2025 5 minutos de leitura
Eduardo Bolsonaro traidor 01082025 2

Eduardo Bolsonaro traidor 01082025 2

Num vídeo revoltante, Eduardo Bolsonaro transforma em espetáculo infantil a tragédia econômica que ajudou a provocar. Com chocolate importado nas mãos, debocha do sofrimento de brasileiros que enfrentarão fome e desemprego por causa de suas ações irresponsáveis

Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Dentro de seu carro, lambendo os dedos após tomar um sorvete de chocolate e segurando uma barra de Hershey’s nas mãos, Eduardo Bolsonaro protagonizou um dos momentos mais repulsivos da política recente. Rindo, disse que estava cumprindo uma promessa: não comer chocolate até que o ministro Alexandre de Moraes fosse sancionado individualmente pelos Estados Unidos, sob a Lei Magnitsky.

“Hoje já dá pra comer tranquilo”, afirmou, com a serenidade de quem não se importa com nada além do próprio prazer — e do próprio ego.

Eduardo Bolsonaro é um homem feito, deputado federal, com cargo e poder. Mas se comporta como um moleque mimado, incapaz de distinguir política de brincadeira, crise de espetáculo pessoal. O vídeo beira a patologia: ele comemora sanções impostas por um governo estrangeiro contra seu próprio país, e o faz com ares de conquista espiritual, afirmando que passou “madrugadas de joelhos” pedindo que aquilo acontecesse. Um ato de servilismo e traição – não apenas ao Brasil, mas à lógica mínima de dignidade pública.

Enquanto isso, no mundo real que ele insiste em ignorar, as consequências já começam a se desenhar. O cacau, matéria-prima do chocolate que ele devora com gosto, está entre os produtos que ficaram fora do alívio tarifário do tarifaço de Trump. A exclusão ameaça diretamente a vida de pequenos agricultores, cooperativas, comunidades do interior e prejudica o agronegócio de grande escala, cuja cadeia produtiva depende de estabilidade para exportar contratos e garantir confiança no mercado internacional.

A imagem que ficará é a de um deputado debochado, lambendo os dedos sujos de chocolate importado enquanto dona Maria – produtora rural, mãe de família – chora porque não sabe se conseguirá colocar comida na mesa dos filhos. Porque a cooperativa que vendia o cacau fechou. Porque os contratos evaporaram. Porque o mercado foi para o ralo – tudo graças às sanções que Eduardo tanto desejou.

Não se trata de opinião política. Trata-se de humanidade. E é exatamente isso que falta a Eduardo Bolsonaro.

Falta vergonha. Falta grandeza. Falta patriotismo. Falta tudo aquilo que se exige de alguém que ocupa uma cadeira no Congresso Nacional. Ele não é apenas um irresponsável: é um símbolo da degeneração moral de uma parte da elite política brasileira, que brinca com o sofrimento do povo como se fosse meme.

Eduardo Bolsonaro traiu seu mandato, sua função e seu país – e, ainda por cima, teve a audácia de comemorar. A cada produtor falido, a cada pai de família desempregado, a cada criança com fome, o rastro de sua omissão e crueldade estará lá. E quando a história cobrar, não será com chocolate: será com amargura e vergonha.

Uma traição impune – que nos EUA custaria a vida

A frieza de Eduardo Bolsonaro diante das consequências de seus atos levanta uma questão inevitável: o que aconteceria se ele fosse congressista em outra democracia, como os Estados Unidos? O vídeo em que ele se alegra com sanções impostas por uma potência estrangeira contra uma autoridade de seu próprio país configura, sob qualquer lente, uma afronta à soberania nacional. Um comportamento que, em diversas democracias sérias, seria classificado como traição.

Nos Estados Unidos, a definição legal de high treason está no Título 18 do Código dos Estados Unidos (U.S. Code § 2381): “Qualquer um que, devendo lealdade aos Estados Unidos, declare guerra contra eles ou se junte aos seus inimigos, dando-lhes ajuda e conforto dentro dos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar, é culpado de traição e sofrerá a morte, ou será preso por não menos de cinco anos e multado sob este título, mas não menos de US$ 10.000; e será incapaz de ocupar qualquer cargo nos Estados Unidos. (25 de junho de 1948, cap. 645, 62 Stat. 807 ; Pub. L. 103–322, título XXXIII, § 330016(2)(J) , 13 de setembro de 1994 , 108 Stat. 2148. )”.

Imagine um congressista norte-americano celebrando sanções impostas por outro país contra um juiz da Suprema Corte dos EUA, fazendo promessa pessoal em troca desse resultado, e ainda sorrindo enquanto come um chocolate importado da potência sancionada. Ele enfrentaria processo federal, condenação e possivelmente pena de morte – conforme prescrito pelo código americano.

Traidores deveriam perder a nacionalidade

No caso brasileiro, a traição explícita contra os interesses nacionais deveria ensejar consequências legais semelhantes. A Constituição Federal de 1988 prevê, no artigo 12, § 4º, inciso I, que a perda da nacionalidade brasileira pode ser declarada para naturalizados cuja naturalização seja cancelada por decisão judicial em razão de atividade nociva ao interesse nacional.

Assim, Eduardo Bolsonaro e outros conspiradores que deliberadamente favoreceram sanções contra o Brasil — com impacto direto em milhões de trabalhadores — deveriam perder a nacionalidade, conforme o mesmo texto constitucional que visa impedir que uma nacionalidade seja usada contra o país.

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Tags: agronegócio cacau Cooperativas deboche desemprego Eduardo Bolsonaro irresponsabilidade política Lei Magnitsky perda de nacionalidade sanções Traição

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