
Caravana de mais de 45 representantes da região expõe diversidade cultural, produtos e práticas sustentáveis em evento que reuniu povos tradicionais e pesquisadores de todo o Cerrado.
Caso de Política com informações da Agência 10envolvimento – Entre os dias 10 e 13 de setembro, o Oeste Baiano marcou presença no XI Encontro e Feira dos Povos do Cerrado, realizado em Brasília, com uma caravana de mais de 45 pessoas das Bacias dos Rios Grande e Corrente. O grupo representou a riqueza e a diversidade cultural e produtiva da região, levando saberes, sabores e manifestações artísticas para o evento.

Organizado pela Rede Cerrado, o encontro reuniu mais de mil representantes de povos e comunidades tradicionais – indígenas, quilombolas, geraizeiras, ribeirinhas, extrativistas, fecheiras, assentados e agricultores familiares -, além de pesquisadores e ativistas socioambientais. Sob o tema “Cerrado, berço das águas, coração do Brasil”, o evento destacou a importância do bioma na regulação climática, na segurança hídrica e na promoção da produção sustentável.
A tenda do Oeste Baiano chamou atenção pelo mix de produtos locais e pela diversidade cultural: doces, geleias, conservas, biscoitos, óleos, artesanatos do povo Kiriri de Barreiras, peças de capim dourado das geraizeiras de Formosa do Rio Preto e outros produtos típicos. A arte e cultura também estiveram em evidência, com apresentações de reisado e a exposição “Narrativas Indignadas”, da artista visual Conchita Silva, de Correntina.
Além da feira, a caravana participou de painéis de discussão, compartilhando realidades, experiências e desafios do Oeste Baiano na defesa das águas, da terra, do território e dos direitos dos povos tradicionais. A troca de saberes com outros territórios cerratenses reforçou a identidade cultural e a importância da mobilização socioambiental.
O XI Encontro e Feira dos Povos do Cerrado evidenciou mais uma vez a força e a resistência das comunidades do Cerrado, reafirmando a necessidade de preservação do bioma e a valorização de suas práticas culturais e produtivas. Como concluiu a delegação do Oeste Baiano:
“Cerrado em pé é o que o povo quer! Não deixe o Cerrado parar de pulsar!”
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