R$ 140 milhões em apenas 6 artigos: Adriano Stein expõe "cheque em branco" e terrorismo político em Barreiras.
Vereador quebra o silêncio, confirma denúncias do Caso de Política sobre manobra para gastar sem detalhar obras e cobra explicações sobre o rombo financeiro: “O povo quer saber onde foi parar o dinheiro”.
Caso de Política | Luís Carlos Nunes – As peças do tabuleiro político em Barreiras começaram a se encaixar de forma explosiva neste sábado (16). Em um pronunciamento em vídeo de 3 minutos e 45 segundos, o vereador Adriano Stein – conhecido pelo equilíbrio e moderação – rompeu o silêncio para denunciar a “perversidade” da gestão Otoniel Teixeira. A fala de Stein, somada à nota de “ingratidão” publicada pela vereadora Teteia Chaves, confirma ponto a ponto o que o Portal Caso de Política vem noticiando: a prefeitura tenta empurrar um empréstimo milionário “no escuro” enquanto pune trabalhadores para dobrar a Câmara.
O “Cheque em Branco” e a blindagem contra o povo
Stein revelou um detalhe que explica a resistência dos parlamentares: o projeto de empréstimo de R$ 140 milhões tem apenas seis artigos. Na prática, é um “cheque em branco” que dá liberdade total ao prefeito para gastar o dinheiro como quiser, sem detalhar uma única meta no texto da lei.
O vereador deixou claro que a Câmara exigiu que o destino da verba – como a conclusão do Hospital Municipal e a Casa dos Autistas – fosse escrito no projeto, mas o governo se recusou. O motivo, segundo Stein, é a falta de transparência sobre o rombo nas contas.
“O prefeito se recusa a dar explicações para o povo. Pedimos uma audiência pública para ele explicar o que está acontecendo com a saúde financeira de Barreiras, por que o município precisa desse empréstimo, mas ele fugiu do debate”, disparou o parlamentar.
O “Facão” como chicote e o terror na base aliada
A denúncia de Adriano Stein corrobora a apuração deste portal sobre o uso das exonerações como ferramenta de tortura política. Ele confirmou que a “implantação do terror” nas secretarias, com a demissão de pais e mães de família, é uma retaliação direta a quem questiona os gastos da gestão. Mais do que punir a oposição, o recado de Otoniel e Zito Barbosa é um “aviso de fidelidade” para os próprios vereadores que ainda compõem a base governista.
“O recado é direto aos atuais vereadores da base dele: quem se virar contra mim sofrerá as penalidades de forma severa”, alertou Stein.
O cenário descrito pelo vereador mostra que a gestão abandonou o diálogo técnico para adotar o terrorismo administrativo. Com a saúde financeira sob suspeita e um projeto de lei que foge do detalhamento, a cúpula do governo tenta agora sobreviver politicamente sacrificando a dignidade do funcionalismo público e a transparência com o dinheiro do contribuinte.
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