Júnior Marabá detalha “gestão de resultados” e Jader Borges vê crescimento de Cinthia Marabá
Em sabatina no Jornal da Boa, prefeito de LEM explicou eficiência fiscal, qualidade técnica do asfalto, os avanços da UPINHA e estratégia para ampliar representatividade regional.
Caso de Política | Luís Carlos Nunes – O prefeito de Luís Eduardo Magalhães (LEM), Júnior Marabá, apresentou um balanço detalhado de sua gestão e os próximos passos do seu grupo político em entrevista no Jornal da Boa apresentado pelo jornalista Sigi Vilares na rádio Oeste FM, na noite desta quarta-feira (08).
Acompanhado pelo estrategista Jader Borges Marabá e pelo vereador Allan do Allanbick, o gestor defendeu a substituição da “política de narrativa” por uma administração técnica que permitiu ao município alcançar a menor folha de pagamento da Bahia (38%) e investir em infraestrutura e saúde de alto padrão.
Um dos pontos centrais da sabatina foi a durabilidade das obras públicas. O jornalista Luís Carlos Nunes relatou ter verificado pessoalmente a robustez da pavimentação em LEM. O prefeito explicou que a malha asfáltica da cidade segue padrões rigorosos, com espessura entre 3 a 3,5 centímetros (aproximadamente 1,4 polegadas) de massa asfáltica de alta qualidade.
“A indicação política pode até vir, mas o trabalho tem que ser técnico. Se a pessoa não der conta do recado, ela não fica. O segredo do custeio está nos pequenos detalhes, em enxugar a máquina para sobrar dinheiro para o que importa”, afirmou Júnior Marabá.
UPINHA e Humanização na Saúde

Na área da saúde, Júnior Marabá detalhou o projeto da UPINHA, uma unidade de pronto atendimento infantil criada para solucionar um gargalo histórico: o fato de que 30% dos pacientes da UPA geral eram crianças. Com a UPINHA, LEM torna-se um dos raros municípios baianos (apenas o quarto no estado) a oferecer uma estrutura de emergência pediátrica exclusiva.
“Quando nós adultos estamos com alguma coisa, nós suportamos. Agora, quando é um filho nossoe, não dá. Crianças precisam de prioridade e atendimento especializado. A UPINHA nasceu porque em Luís Eduardo Magalhães já resolvemos o básico do SUS e agora podemos avançar na excelência”, explicou o prefeito.
Cinthia Marabá e a “força do fermento”

O estrategista e coordenador político Jader Marabá comentou o avanço da pré-candidatura de Cinthya Marabá à Assembleia Legislativa da Bahia. Para Jader, a aceitação do nome de Cinthya em Barreiras e região é fruto da credibilidade construída em LEM.
“Nós só prometemos o que podemos cumprir. Esse grupo respeita as lideranças e entrega resultados. O crescimento da Cinthya é orgânico e ainda tem muito fermento para esse bolo crescer. A campanha nem começou de fato e o apoio já é gigante”, revelou Jader Marabá, reforçando que a representatividade regional é o foco do projeto.
Educação e BR-242
Ao abordar a polarização política, Júnior Marabá foi enfático: “ideologia não enche barriga”. Ele destacou o programa de desjejum, com fruta e vitamina servidas antes do início das aulas, destinado aos 22 mil alunos da rede municipal.
“O meu maior orgulho não é uma avenida bonita, meu maior orgulho é saber que a criança entra na sala de aula bem alimentada, fardada e com material de qualidade. Isso não é esquerda ou direita, é humanidade”, disse.
Sobre a duplicação da BR-242, o prefeito, que perdeu os pais em um trágico acidente rodoviário em setembro de 2014, lamentou a falta de força política do Oeste em Salvador.
“Falta pressão e representatividade. Essa é uma pauta que já dura 20 anos. Ano que vem vamos nacionalizar essa cobrança, mostrando as famílias que foram ceifadas por falta de infraestrutura”, concluiu.
Na mesma linha de integração, Marabá explicou como o Arraiá do LEM injetou cerca de R$ 20 milhões na economia de Barreiras. O cálculo baseia-se no fluxo de 50 mil barreirenses que visitaram o evento e no gasto médio de R$ 600 por pessoa, realizado na própria cidade antes do deslocamento para a festa.
Segundo o prefeito, esse ticket médio é composto por aproximadamente R$ 150 em vestuário, R$ 150 em calçados e R$ 150 destinados à logística e ao combustível, além de outras despesas relacionadas à preparação para o evento, totalizando cerca de R$ 600 por participante.
“O cidadão se prepara e consome em Barreiras para ir à festa em Luís Eduardo. Isso reforça a necessidade de uma visão regional unificada, onde o sucesso de um município impulsiona o comércio do vizinho”, finalizou.
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