“O prefeito que se vire” Allan do Allanbick exige cumprimento da lei e dignidade para transportadores em Barreiras
Vereador afirmou que a Câmara não apoia a ilegalidade, mas denunciou o abandono de taxistas e mototaxistas que trabalham sem banheiros ou coberturas; parlamentar destacou que transporte “leva vidas” e exige rigor
Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Allan do Allanbick deu o tom do pragmatismo durante a audiência pública sobre o transporte nesta sexta-feira (24). O vereador foi categórico ao separar o apoio ao trabalhador da conivência com a desordem:
“Nesta casa, leis são feitas para serem cumpridas. Não me recordo de um momento sequer em que os transportes alternativos foram apoiados por esta Casa em sua irregularidade”, disparou.
Para Allan, a regularização não é uma punição, mas uma proteção para os próprios motoristas, lembrando que a atividade envolve o transporte de vidas e a responsabilidade civil e jurídica que isso acarreta.
O parlamentar demonstrou indignação com a prefeitura e a Cotrans pela falta de infraestrutura básica oferecida aos profissionais que já atuam dentro da lei. Allan relatou o cenário precário de taxistas e mototaxistas que trabalham expostos ao sol e à chuva por falta de pontos de apoio dignos.
“Eu vejo taxista sentado em cadeira quebrada debaixo de árvore. Não tem banheiro. As pessoas não fazem necessidade, não?”, questionou, reforçando que o pão de cada dia deve ser ganho com dignidade e legalidade.
Crítica ao modelo de aplicativos
Allan do Allanbick também fez um alerta sobre a queda na qualidade dos serviços de aplicativo em Barreiras. Ele comparou o início das operações, que contavam com diferenciais como “balinhas e água”, com a situação atual, onde motoristas atuam de bermuda e chinelo, destruindo a imagem da própria classe. Em contrapartida, elogiou a evolução dos taxistas tradicionais, que buscaram melhorar o atendimento para enfrentar a concorrência.
Ultimato ao Executivo
Allan encerrou sua participação transferindo a responsabilidade total da execução das leis ao prefeito. Segundo o vereador, a Câmara cumpriu seu papel ao criar as legislações necessárias, cabendo agora à gestão municipal tirar o plano do papel e fiscalizar com eficiência.
“O propósito desta audiência vai acontecer. Estamos engajados em cobrar e o prefeito que se vire; ele não assumiu o papel dele? Ele que cumpra”, finalizou.
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